Swingtown .: Resumo do inicio da série

Swingtown, é uma nova série de uma emissora norte-americana com uma proposta um pouco diferente, O universo dos ’swingers’ (como denominam-se os praticantes swing). Pode-se dizer que muito mais que diferente, essa prosposta é meio indecente e nada convencional.
Pra quem não sabe, swing é um tipo de sexo grupal. Que normalmente é realizado por casais, tendo inclusive clubes (tanto no Brasil quanto no exterior) exclusivo para casais praticantes do swing, quem já leu o livro da Bruna Surfistinha sabe bem que realmente exitem.
Mas para a surpresa minha e de muita gente, a série não se trata apenas de putaria e sexo adoidado, de forma alguma, conta de uma forma bem sutil, a história dessa pratica, e eu acredito que exatamente pra não se tornar puro sexo e pornografia, a trama se passa na década de 60 (se não me engano).
Os personagens principais da trama são formados por três casais .:

Susan e Bruce - Casal gente boa, que se mudou ainda no primeiro episódio para um bairro mais caro, após Bruce ser promovido na bolsa. Entram para o universo do ’swinger’ ainda no primeiro episódio, na festa de seus novos vizinhos. Possuem um filho e uma filha.
Janet e Roger - Casal mais conservador da trama. Logo apos a mudança Janet sente ciumes de Susan quando a ver de amizade com os novos vizinhos. Possuem um filho.
Tina e Tom – Possuem um casamento aberto, mas são realmente apaixonados. Costumam sempre dar festas cheias de bebidas, drogas e swing, claro. Tom trabalha em uma companhia aerea como piloto, e por isso tem muito dinheiro. Não possuem filhos.
Confesso que inicialmente a trama não me agradou, achei chata e, embora com uma proposta ousada, achei meio monotono. Mas com o decorrer dos episódios que eu fui assistindo, foi se desenrolando um trama bem mais interessante que simples sexo.
Muito embora seja bem capaz de não ser renovada para uma segunda temporada (pois é exibida em uma emissora aberta nos EUA, e possui uma proposta duvidosa), a série é muito bem elaborada e vale a pena acompanhar, o clima de anos 60 cai muito bem, e não possui exageros.
Comentando os episódios, a série só começou MESMO a ter graça a partir do quarto episódio (Cabin Fever), onde Janet e Trina finalmente se entendem após a sobremesa com maconha. Foi muito bom ver Janet começando a se soltar, e no quinto episódio ainda vemos que Roger e ela, ainda são mais fáceis de se aceitarem do que Susan e Bruce.
Boa série, boa recomendação… Assistam mesmo, vale a pena.


